Brasília é uma aula a céu aberto. A visita técnica à capital federal exigiu atenção redobrada à narrativa, à postura profissional e à adaptação de discurso.



Durante o roteiro panorâmico e as visitas a pontos como o Congresso Nacional, Memorial JK e Museu do Catetinho, um episódio chamou muito a atenção: observar como diferentes guias conduzem o mesmo espaço de maneiras completamente distintas. Enquanto alguns focavam na arquitetura, outros priorizavam a história política ou curiosidades do cotidiano institucional.



Essa experiência deixou um aprendizado fundamental: não existe roteiro neutro. Toda condução é uma escolha. E o guia precisa saber escolher o que dizer, como dizer e para quem dizer. Nessa experiência, estivemos com os Guias de Turismo Assis, Noel, Maria José e Ordelândia (foto abaixo). O Joel nos acompanhou em outros momentos do roteiro.

Brasília reforçou a importância do estudo prévio, da clareza na comunicação e da responsabilidade que existe ao interpretar espaços carregados de simbolismo e decisões que impactam o país inteiro.





